De Anónimo a 17 de Março de 2008 às 03:02
Corpos embrulhados em solidão...
peles, desejando por caricias...

Sim odeio a distância, distância que me separa de tí.
Distância que por vezes é esquecida, quando me olhas com tanto amor, quando pode ver em meus olhos o amor que sinto por tí. Distância que esqueço quando ouço tua voz falando direto ao meu coração.
Distância que diminui quando falamos dos nossos sonhos, do que sentimos.
Amo-te tanto que ver-te triste assim entre as palavras me dói a alma, quisera eu colocar alento nessas palavras e em você.

Amo-te meu poeta querido.

Sua poetisa.
De estreladosul a 17 de Março de 2008 às 03:13
"A navegar em vagas de prazeres,
reviver pouco a pouco... rindo?!
evita sofreres...
É alegria...Sim!
Júbilo que está vindo..."

Não fiques triste, meu Amor. Em momentos de nostalgia, é isto que acontece. Mas meu espírito, está aí contigo, e cada vez mais feliz pelo momento do encontro, que sinto mais cada vez mais perto.

Tambem te amo, minha poetisa querida.

Desejo-te uma linda semana

Um beijo carregado de muita ternura

Mario Rodrigues

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